O objetivo de toda empresa é crescer, com isso, crescem também as complexidades. É bastante comum que a empresa administre a TI internamente como algo bem secundário, necessário para cuidar de assuntos como: computadores, impressoras, dispositivos móveis e etc.

Em determinado momento em que as manutenções pontuais tornam-se recorrentes, a criticidade dos equipamentos aumenta, pois a empresa já trabalha com sistemas e servidores que não podem ficar offline. O orçamento de TI, que antes era destinado apenas para compra de alguns equipamentos, passa a ter maior expressão na empresa e precisa ser melhor gerenciado. Os problemas recorrentes geram desgaste entre os usuários e a gestão, entre outros desafios. Nesse momento, aquele técnico residente ou a empresa de TI do bairro não atendem mais as necessidades da empresa.

O ideal é que a TI seja uma área estratégica para a empresa desde a sua fundação. No entanto, nunca é tarde para uma empresa analisar que está na hora de mudar a forma como essa a área de TI é gerenciada e entender que precisa existir planejamento, controle de orçamento e indicadores de desempenho como qualquer outra área. Para isso, é preciso profissionalizar a TI, seja com uma equipe interna ou com um fornecedor capaz de atuar em uma camada mais estratégica.

Tomada a decisão de mudar o fornecedor, é preciso atentar-se à alguns cuidados para que não hajam impactos na operação ou perda e ou extravio de informações. Alguns cuidados recomendados são:

Documentação

 O novo fornecedor precisa se inteirar de tudo o que existe na rede, tanto em termos de equipamentos quanto a importância de cada deles na operação. Para que isso seja feito de forma profissional, é necessário documentar todo o processo, ou seja, fazer o levantamento dos recursos através de documentação. Além disso, o fornecedor precisa estar a par, também, de aspectos relacionados à informação da empresa, ou seja, quem tem permissão para acessar o que, e assim identificar possíveis vulnerabilidades

Bloqueio dos acessos

Muitas vezes, para que não existam riscos no desligamento do fornecedor anterior, é necessário que o novo fornecedor de TI comece a fazer os mapeamentos em background, ou seja, de forma imperceptível. Concluída a etapa de mapeamento dos processos, e o novo fornecedor já a par de toda a situação, é importante que seja feito um processo de bloqueio dos acessos, antes em posse do antigo fornecedor. Isso garantirá que, quando houver o comunicado da ruptura com o fornecedor anterior, não haja riscos de vazamento de informações ou até mesmo de uma sabotagem.

Assumindo as operações

Por fim, uma vez que o novo fornecedor já está no comando, é necessári
o que todas as atividades passem a ser administradas por ele. Para que esse processo seja imperceptível  para os usuários, é importante que essa transição seja feita de maneira breve, sem impactos para a operação.

Sabemos que todo processo de mudança traz riscos, mas se essa mudança é feita de forma planejada, todos os aspectos negativos podem ser minimizados.

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